nasci no tempo,
o mesmo que me virá buscar
um tempo onde o tudo é nada
sempre igual, ao que deixou de ser
anelante de emoções,
no rumo da perfeição
no tempo
cruzei-me com o vento
entrou enfurecido,
seco, forçando rumos
apaguei as dúvidas corrompidas
onde o principio era a noite
que como sempre,
desaparece
perdi palavras, sem peso
nuas, assombradas e secas
a rua era húmida
estranha, impertinente na desordem
não deixei fossilizar o tempo,
regresso no amanhecer da claridade
de um sol que nasce
tempero o dia com o céu que cresce.
l.maltez
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
rosto...
rosto em silabas as artérias estão vazias dentro de mim. escuto gritos sucessivos e a sede é abandono em dias inúteis. o tempo é...
-
o homem entrou carregado de sombras foi lugar no instinto dos sons da noite e entrou no lado errado da rua. o homem sentou-se esgotado senti...
-
entraste no meu corpo enrolaste-o ao teu tocaste no meu coração deixei-te ver a minha alma, transformaste os meus dias em tons de azul fizes...
-
o dia chegou puro. os olhares falavam num silêncio onde as palavras tinham todas um nome e a eternidade se fechava sobre um corpo parado na...
Sem comentários:
Enviar um comentário